O iPad, tablet multitoque da Apple, está mudando alguns conceitos. Um deles é o dos livros eletrônicos, ou e-books. Ao contrário do Kindle, da Amazon, que procurava simular ao máximo um livro convencional, tanto que sua tela usava tinta digital para ser o mais fiel possível ao papel, o iPad tem a capacidade de enriquecer a experiência de leitura de um e-book ou jornal eletrônico, já que é tão poderoso como um computador numa tela tão boa como um monitor.
Pegando embalo na refilmagem de Alice no País das Maravilhas a empresa Atomic Antelope lançou um livro eletrônico que conta de forma interativa a história original desse conto infantil. O resultado pode ser visto neste vídeo:Eu sou um apreciador dessa arte de dobrar papel. Eu até já arrisquei fazer alguns origamis, mas nada tão impressionante como esses da galeria abaixo.
Não sei se muita gente sabe, mas ontem começou os jogos olímpicos de inverno em Vancouver, Canadá. Na abertura, a organização inovou bastante em relação a cerimônia dos anos anteriores porque o cenário era basicamente composto por panos brancos e o ambiente das cenas apresentadas eram projetados nesses panos brancos. Além disso, todas as pessoas na platéia receberam uma capa branca para que as projeções pudessem acontecer no público também.
No final das contas, a abertura foi espetacular. É Impressionante o resultado que pode ser obtido com bons projetores, panos brancos, muita criatividade e bastante ensaio. Um exemplo da beleza e riqueza que se pode conseguir com isso é o momento em que o nado de baleias orcas é projetado no palco e para dar mais realismo um simples esguicho de água é sincronizado com a projeção, dando assim a impressão que baleias realmente estavam passeando pelo estádio.
Para quem não pode ver, aqui vão os vídeos dos momentos na cerimônia onde o recurso de projetividade foram amplamente usados:
Para quem quiser ver a abertura completa, aqui tem todos os vídeos: http://rederecord.r7.com/vancouver/todas-as-noticias-de-vancouver/confira-em-video-na-integra-como-foi-a-cerimonia-de-abertura-dos-jogos-de-inverno-20100213.html
Chicago, de 2002, é um filme impressionante. Toda vez que passa, eu assisto. Hoje foi exibido mais uma vez na TV e eu não resisti. Eu não gosto de musicais, mas este é impressionante. A começar pela trilha sonora, que é qualquer coisa de espetacular. Um jazz contagiante e agitado, típico da Chicago dos anos de 1920, onde e quando o filme se passa. É o tradicional "jazz pé-de-serra", tão bom de se ouvir que eu fiz questão de adquirir a trilha sonora, que escuto regularmente. Se fosse só pela música, o filme já valeria a pena. Mas como se não bastasse, o filme é cheio de sacadas extremamente criativas (como na introdução do personagem de Richard Gere), uma coreografia incrível (especialmente na cena do Cell Block Tango) e uma atuação fora de série de todo o elenco, em especial Catherine Zeta-Jones.
Para quem não sabe, Chicago é um musical, vencedor de vários prêmios, adaptado de uma peça de mesmo nome. O filme foca no tema das celebridades instantâneas e conta a história de duas assassinas, uma dançarina famosa e outra que sonha em se apresentar nos palcos. As duas buscam um famoso advogado para se livrarem da pena de morte e ainda se promoverem para, ao sair da cadeia, conseguirem sucesso nos cabarés da cidade. Eu sei, a recomendação pra este filme está oito anos atrasada, mas como esse não é um gênero muito popular, possivelmente várias pessoas ainda não assistiram. E outra, na época o blog ainda não existia. :PO Hortifruti é o maior vendedor de frutas e legumes do país. Pra manter os clientes e chamar a atenção de outros, eles fizeram uma campanha publicitária denomidada "Aqui a Natureza é Estrela", satirizando alguns filmes famosos. O resultado é de uma criatividade ímpar: