Mudando os paradigmas da educação

Fantástico esse vídeo da RSA mostrando como o sistema público de ensino foi concebido numa época totalmente diferente da atual e que, por isso, está gerando uma epidemia fictícia de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade a partir do momento em que há várias coisas com as quais uma pessoa pode aprender que são bem interessantes interessante do que uma sala de aula chata projetada no século XVIII. No final, ele dá três soluções que podem ajudar a minimizar esses problemas.

Todos devem ver isso:

Inadequação nos livros de uma educação errada

Não há mais certo ou errado na língua portuguesa, agora temos adequado ou inadequado. Até concordo com isso quando se trata da linguagem popular. Não me incomodo de jeito nenhum com o feirante dizendo "é dois real", mas colocar “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” num livro de Português e dizer que é correto é demais. Acho que a escola tem que ensinar o que é certo e o errado, ou melhor, o inadequado, o menino aprende da rua. O ex-ministro Cristovam Buarque foi muito feliz quando disse que “tem que se ter em mente uma questão fundamental: sotaque e regionalismos são uma coisa. A língua portuguesa é outra.”

Em geral não concordo muito com as coisas que o Arnaldo Jabor diz, mas no comentário de hoje ele pegou pesado com razão nessa história dos livros de português distribuídos pelo MEC: