Não há mais certo ou errado na língua portuguesa, agora temos adequado ou inadequado. Até concordo com isso quando se trata da linguagem popular. Não me incomodo de jeito nenhum com o feirante dizendo "é dois real", mas colocar “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” num livro de Português e dizer que é correto é demais. Acho que a escola tem que ensinar o que é certo e o errado, ou melhor, o inadequado, o menino aprende da rua. O ex-ministro Cristovam Buarque foi muito feliz quando disse que “tem que se ter em mente uma questão fundamental: sotaque e regionalismos são uma coisa. A língua portuguesa é outra.”
Em geral não concordo muito com as coisas que o Arnaldo Jabor diz, mas no comentário de hoje ele pegou pesado com razão nessa história dos livros de português distribuídos pelo MEC:Enquanto o futebol é a grande paixão nacional, a política é esquecida por boa parte dos brasileiros. Lula sabe muito bem disso e nunca antes na história deste país, um presidente fez tanta analogia de seu mandato com o futebol. O UOL seguiu o mesmo princípio e fez o resumo do governo Lula como uma partida de futebol. Achei um pouco tendencioso, mas muito criativo. Vale muito a pena assistir.
Tudo que nossos deputados e senadores querem é um 2010 tão feliz como foi 2009, afinal tivemos 105 escândalos não punidos na política de um total de 105 escândalos.
O combustível que nossos nobres senadores gastam em 3 meses é o equivalente ao que a minha família gasta em dois anos e seis meses na nossa casa.
Como pode ser visto em [1], o senador Gilberto Goellner (DEM-MT), que também é um dos campeões do uso da verba indenizatória [2], gastou incríveis R$ 26.254,68 nos últimos três meses com combustível, alegando que usou a verba viajando pelo interior do estado para reuniões e eventos públicos. Essa é desculpa mais usada pelos senadores, como pode ser visto em [3]. Se pegarmos a gasolina do Acre, estado que tem o preço médio mais caro do país, com um litro a R$ 3,033, daria para o senador Gilberto, que é suplente, comprar 2.885 litros de gasolina por mês e. Digamos que ele possua um carro que consuma um litro de combustível a cada 6 km rodados, o que é muito quando se fala em carros novos, então ele rodou, por mês, 17.312 km. O suficiente para ir e volta duas vezes do Monte Caburaí ao Arroio Chuí, os pontos mais extremos ao norte e ao sul do país.O PT pegou embalo na reforma ortográfica (ainda ela) e mudou também o significado de algumas palavras e expressões:
Em relação à ética, justiça, punição e outros assuntos relacionados à moral, o nosso Brasil deu uma lição de como dá um mal exemplo nesta semana: